Olá, amantes da moda! Já pararam para imaginar a loucura criativa e a paixão que move o mundo dos looks que tanto amamos? Aquela vitrine deslumbrante ou a combinação perfeita que você vê no seu feed não surgem por acaso, acredite!
Como coordenadora de moda há anos, posso dizer que minha rotina é um verdadeiro ballet entre tendências, tecidos e muita cafeína. É uma orquestra de cores e texturas, onde cada dia traz um novo desafio e uma nova oportunidade para transformar sonhos em estilo real.
Se você sempre quis espiar os bastidores de quem vive e respira moda, prepare-se para uma viagem! Abaixo, vamos descobrir exatamente como é um dia na vida de quem transforma o ordinário em extraordinário.
A Busca Incessante por Inspiração: Onde a Magia Começa

A Semente da Ideia: Mergulhando em Referências
Ah, a inspiração! Para mim, é como o ar que respiro. Cada dia começa com uma verdadeira imersão em tudo que me cerca e me provoca criativamente.
Não há um botão de “ligar” para a criatividade; ela é cultivada, regada e, muitas vezes, encontrada nos lugares mais inesperados. Passei anos desenvolvendo um “radar” para o que é visualmente interessante, seja nas ruas movimentadas de Lisboa, nos grafites de uma viela antiga, ou até mesmo nas cores de um pôr do sol na praia de Cascais.
Minha mesa de trabalho é um caos organizado de revistas de moda estrangeiras, livros de arte, amostras de tecidos com texturas intrigantes e cadernos de anotações repletos de rabiscos e pensamentos soltos.
É nesse santuário pessoal que as primeiras sementes de uma nova coleção ou de um projeto de styling começam a germinar. Adoro sentar com um bom café, música ambiente e simplesmente deixar minha mente viajar pelas imagens, sentindo as tendências emergentes e as vibrações culturais que moldarão o futuro próximo.
É um processo quase meditativo, onde o mundo exterior se funde com minha intuição para criar algo único. Muitas vezes, um detalhe minúsculo em uma fotografia antiga ou a padronagem de um azulejo em Alfama podem desencadear uma cascata de ideias que ditarão toda uma coleção.
E, claro, a internet é uma ferramenta poderosa; sigo dezenas de blogs, curadores de arte e influenciadores de moda de todo o mundo, mas sempre com um filtro crítico para não me perder no mar de informações.
A verdadeira inspiração vem da fusão do digital com o tátil, do novo com o clássico, do global com o local.
Da Rua às Passarelas: Observando o Mundo
Sempre digo que a rua é a nossa maior passarela. É onde a moda realmente acontece, onde as tendências são testadas, adaptadas e reinventadas pelas pessoas reais.
Adoro passar horas observando o estilo das pessoas em diferentes bairros: do casual chique no Chiado, ao mais arrojado no Bairro Alto, ou o descontraído e elegante à beira-mar.
É uma forma de pesquisa de campo orgânica e essencial para entender o pulso da sociedade. Não se trata apenas de copiar, mas de sentir o que as pessoas querem vestir, como se expressam através das suas roupas e quais são as suas necessidades de conforto e funcionalidade sem abrir mão do estilo.
Essa observação me ajuda a ter uma visão mais pé no chão e a criar coleções ou looks que realmente ressoem com o público. As feiras de rua, os mercados de pulgas, as galerias de arte independentes – são todos tesouros escondidos de inspiração.
Lembro-me de uma vez, numa feira de antiguidades no Porto, encontrei um broche vintage que me deu a ideia para uma paleta de cores inteira para uma coleção de verão.
Aqueles tons desbotados de azul e laranja, com um toque de dourado envelhecido, foram a base para tudo. As passarelas internacionais, obviamente, são cruciais para entender as direções macro da moda, mas o que realmente me guia é a simbiose entre o que os grandes designers propõem e o que as pessoas comuns adaptam para o seu dia a dia.
É nessa interseção que a verdadeira inovação e relevância acontecem.
O Laboratório Criativo: Transformando Conceitos em Estilo
O Croqui Ganha Vida: Primeiros Traços e Texturas
Depois que a fase de inspiração borbulha e se condensa em algumas ideias-chave, a magia realmente começa no “laboratório criativo”. É o momento de tirar as visões da minha cabeça e colocá-las no papel – ou, cada vez mais, na tela.
Meu processo geralmente começa com esboços rápidos, quase hieróglifos que só eu entendo, onde tento capturar a silhueta, o caimento, a sensação geral de uma peça ou look.
Não sou uma ilustradora de alta costura, mas meus croquis são a linguagem visual inicial que me permite comunicar minhas ideias. A escolha dos tecidos é um capítulo à parte e é, para mim, um dos mais empolgantes.
Tocar, sentir, ver a forma como a luz incide sobre diferentes materiais – seda, linho, algodão, lã, sarja – é fundamental. Cada tecido tem uma personalidade, um caimento distinto que pode realçar ou arruinar uma peça.
Lembro-me de um projeto em que buscávamos um visual leve, mas estruturado; passei dias visitando fornecedores, sentindo cada amostra, até encontrar um linho misto que, ao mesmo tempo que era respirável, tinha a densidade perfeita para manter a forma desejada.
Essa busca é um verdadeiro garimpo, e o prazer de encontrar o material ideal é indescritível. Além disso, a paleta de cores ganha vida aqui. Não se trata apenas de escolher cores bonitas, mas de criar uma narrativa cromática que transmita a emoção e o conceito da coleção.
Combino tons, testo contrastes e observo como as cores se comportam sob diferentes iluminações.
Testando Limites: Experimentação e Ajustes
Nenhum projeto de moda nasce perfeito. É um ciclo contínuo de experimentação, erro e ajuste. Quando as ideias começam a tomar forma em peças-piloto ou em combinações de styling, é quando os primeiros “testes de estresse” acontecem.
Com a ajuda da minha equipe, montamos os primeiros looks, provamos as roupas em modelos (ou em mim mesma, muitas vezes!) e avaliamos tudo: o caimento, o movimento do tecido, como as cores interagem, a funcionalidade das peças.
Muitas vezes, o que parecia incrível no papel não funciona tão bem na realidade. Uma manga que parecia elegante pode restringir o movimento, um decote que vislumbrei pode não ser tão lisonjeiro, ou a textura de um tecido pode não ter o efeito desejado.
É aí que entra a parte crucial dos ajustes. Não me apego cegamente às minhas ideias iniciais; pelo contrário, acredito que a flexibilidade é uma das maiores virtudes neste trabalho.
Recebo feedback de todos os envolvidos – designers, costureiras, modelos – e estou sempre aberta a modificações. Já aconteceu de mudarmos completamente o conceito de um casaco depois de vê-lo em um corpo real, percebendo que ele pedia uma silhueta mais fluida do que a que tínhamos imaginado.
Essa fase de tentativa e erro, embora às vezes exaustiva, é onde a excelência é forjada. É como esculpir uma obra de arte: removemos o excesso, aprimoramos os detalhes até que a peça final seja um reflexo fiel da visão original, mas aprimorada pela realidade.
O Quebra-Cabeça da Coerência: Harmonizando Peças e Tendências
Desvendando a Paleta: Cores, Tecidos e Silhuetas
Montar um look, seja para um editorial, um desfile ou para uma cliente especial, é como resolver um quebra-cabeça complexo. Não é apenas juntar roupas bonitas; é criar uma narrativa visual coesa, onde cada peça tem um propósito e contribui para a mensagem final.
Minha mente está sempre analisando como cores, texturas e silhuetas se complementam. A paleta de cores, por exemplo, é a base. Aprendi, ao longo dos anos, a dominar a roda de cores, mas também a quebrar as regras quando necessário.
Às vezes, um contraste inesperado pode ser o ponto alto de um look. Outras vezes, uma monocromia sutil pode transmitir uma elegância atemporal. A textura dos tecidos também desempenha um papel enorme.
Um look todo em algodão terá uma vibração muito diferente de um que mistura seda, couro e lã. É sobre criar interesse visual e profundidade. E as silhuetas!
Ah, as silhuetas são a alma de qualquer coleção. Elas definem a forma do corpo, a atitude da roupa. Uma silhueta oversized pode transmitir conforto e modernidade, enquanto uma mais justa e estruturada evoca poder e sofisticação.
É um balé constante entre esses elementos, buscando um equilíbrio que seja esteticamente agradável e transmita a mensagem desejada.
A Arte de Contar Histórias com o Vestir
Para mim, cada look é uma história. Não estamos apenas vestindo corpos; estamos vestindo personalidades, emoções e intenções. Minha paixão é usar a moda como uma ferramenta de expressão.
Uma roupa pode empoderar, pode inspirar, pode comunicar sem uma única palavra. Quando estou coordenando um guarda-roupa para um projeto ou para uma pessoa, penso em quem é essa pessoa, qual é a sua história, o que ela quer transmitir ao mundo.
É como se eu me tornasse uma curadora de identidades. Por exemplo, para um look que precisa transmitir confiança e liderança, posso optar por um blazer bem cortado, uma calça de alfaiataria e sapatos com salto, em tons neutros, adicionando um toque de cor vibrante nos acessórios para um ponto de interesse.
Já para um visual mais descontraído e criativo, posso misturar estampas, sobrepor texturas e brincar com acessórios mais स्टेटमेंट. Essa capacidade de storytelling através das roupas é o que mais me fascina na minha profissão.
Não se trata de seguir cegamente as tendências, mas de usá-las como um dicionário para criar frases únicas e significativas. E o mais gratificante é ver a pessoa se transformar, se sentir mais autêntica e confiante com o que está vestindo.
É um poder incrível que a moda tem.
| Aspecto da Coordenação | Foco Principal | Desafios Comuns | Habilidades Essenciais |
|---|---|---|---|
| Escolha de Cores | Harmonia visual, psicologia das cores | Evitar saturação, adaptar a tons de pele | Percepção aguçada, conhecimento de tendências |
| Seleção de Tecidos | Caimento, textura, conforto, durabilidade | Encontrar o material certo para o propósito | Conhecimento técnico de materiais, toque |
| Definição de Silhueta | Formato do corpo, mensagem da peça | Evitar desproporção, adequar ao contexto | Visão espacial, entendimento de proporção |
| Curadoria de Acessórios | Complemento do look, personalidade | Não sobrecarregar, escolher peças que agreguem | Olhar detalhista, senso estético |
| Adaptação de Tendências | Relevância, usabilidade no dia a dia | Não ser refém da moda passageira | Pesquisa constante, bom senso |
Desafios e Triunfos nos Bastidores da Moda
Lidando com Imprevistos: A Flexibilidade é Chave
Se há uma coisa que aprendi na moda, é que a flexibilidade não é uma opção, é uma necessidade. Por mais que eu planeie, organize e antecipe cada detalhe, os imprevistos são uma constante nos bastidores.
Desde um tecido que não chegou a tempo, um modelo que adoeceu no dia da sessão de fotos, ou até mesmo uma mudança de última hora no briefing do cliente.
Lembro-me de uma sessão de fotos de verão que tínhamos planeado meticulosamente em uma praia, com a previsão do tempo perfeita, e de repente, no dia D, uma chuva torrencial.
Minha equipe e eu tivemos que improvisar um novo local em um estúdio em poucas horas, refazer a iluminação e adaptar todos os looks para um ambiente interno, mantendo a vibe ensolarada que o cliente esperava.
Foi um caos controlado, mas o resultado final foi tão bom que ninguém jamais imaginaria o perrengue que passamos! Esses momentos de pressão são onde a verdadeira capacidade de resolução de problemas e o trabalho em equipe brilham.
É nesses percalços que mostramos nossa resiliência e a paixão que temos pelo que fazemos. Aprendemos a ter planos B, C e D, e a manter a calma mesmo quando tudo parece desmoronar.
Afinal, o show deve continuar, e a moda, com toda a sua beleza, também exige uma dose enorme de jogo de cintura.
A Pressão do Prazo: Mantendo a Calma na Tempestade
A indústria da moda vive em ciclos de prazos apertadíssimos. Coleções, editoriais, campanhas – tudo tem uma data de entrega inegociável. É uma adrenalina constante, e saber gerenciar essa pressão é fundamental para não sucumbir ao estresse.
Já tive madrugadas em claro finalizando looks, ou trabalhando sem parar por dias a fio para garantir que tudo estivesse perfeito para um desfile importante.
O segredo, eu diria, é a organização. Desde o primeiro momento em que um projeto é concebido, crio cronogramas detalhados, delego tarefas e mantenho uma comunicação constante com todos os envolvidos.
Isso não elimina a pressão, mas a torna mais gerenciável. Além disso, aprendi a reconhecer os sinais de exaustão e a respeitar meus limites. Pequenas pausas, um café com um colega, ou até mesmo cinco minutos de silêncio podem fazer uma enorme diferença na produtividade e na qualidade do trabalho.
E o mais importante: a satisfação de ver o trabalho concluído, de ver uma ideia ganhar vida e ser apresentada ao mundo, é uma recompensa indescritível que faz cada momento de pressão valer a pena.
É como cruzar a linha de chegada de uma maratona – o cansaço é real, mas a sensação de dever cumprido e a beleza do resultado final superam tudo.
A Curadoria Afetiva: Escolhendo Cada Detalhe com Propósito

A Seleção Minuciosa: Mais do que Roupa, É Expressão
Para mim, a coordenação de moda vai muito além de simplesmente vestir. É um ato de curadoria, onde cada peça é escolhida com carinho e propósito, quase como se fosse uma extensão da alma.
Minha abordagem é o que chamo de “curadoria afetiva”. Isso significa que, ao selecionar roupas para um cliente ou para um projeto, não penso apenas nas tendências ou na estética visual, mas também na emoção que aquela peça pode evocar.
Como ela fará a pessoa se sentir? Ela a fará sentir-se confiante, poderosa, confortável, feliz? Acredito que a roupa tem um poder transformador, e meu trabalho é desbloquear esse potencial.
Lembro-me de uma cliente que veio até mim completamente insegura sobre seu estilo. Depois de muitas conversas, percebi que ela amava cores vibrantes, mas sempre se escondia em tons neutros.
Juntas, começamos a introduzir peças coloridas em seu guarda-roupa, e a cada nova adição, via seu sorriso crescer, sua postura mudar. Ela começou a expressar sua verdadeira essência através das roupas.
Foi uma experiência linda e reafirmou minha crença de que a moda é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e empoderamento. É uma seleção minuciosa, quase um ritual, onde cada peça é avaliada não só por sua beleza, mas por sua capacidade de ressoar com a pessoa que a vestirá.
O Poder dos Acessórios: Pontos de Luz e Personalidade
Se as roupas são a base da nossa expressão, os acessórios são os pontos de luz, os detalhes que finalizam a história e injetam personalidade em qualquer look.
Nunca subestimo o poder de um bom acessório! Um colarStatement, um lenço de seda elegantemente amarrado, um cinto que marca a cintura ou uma bolsa com um design único podem transformar completamente uma produção básica.
É onde a individualidade realmente brilha e onde podemos injetar um toque de irreverência ou sofisticação. Adoro explorar brechós e lojas de artesanato local, especialmente aqui em Portugal, para encontrar peças únicas que contam uma história.
Um brinco vintage que encontrei num antiquário no centro de Lisboa, por exemplo, tornou-se um dos meus favoritos e adiciona um toque boémio e chique a qualquer visual.
Na minha visão, os acessórios não são apenas complementos; são elementos narrativos que podem mudar o tom, a vibração e a intenção de um look inteiro.
Eles podem ser o toque final que leva um visual do bom para o extraordinário, mostrando que a atenção aos detalhes é o que realmente diferencia um bom coordenador de moda.
E o melhor é que, com acessórios, podemos experimentar e ousar sem grandes investimentos, permitindo que cada um construa sua própria assinatura de estilo de forma divertida e criativa.
Teia de Conexões: Construindo Relações no Mundo Fashion
Colaborações que Inspiram: Juntos Somos Mais Fortes
No mundo da moda, ninguém trabalha sozinho. É uma teia intrincada de talentos e colaborações, e eu sou uma grande defensora da ideia de que juntos somos sempre mais fortes.
Minha jornada tem sido enriquecida por parcerias incríveis com fotógrafos, maquiadores, cabeleireiros, designers de joias, artistas e até mesmo outros influenciadores.
A energia que surge de uma equipe diversa, cada um trazendo sua expertise e sua visão única, é algo mágico. Lembro-me de um projeto onde colaboramos com uma artista plástica local para criar uma campanha que misturava moda e arte abstrata.
As ideias dela sobre cores e formas se complementaram perfeitamente com a minha visão de styling, resultando em imagens que foram muito além do que eu poderia ter criado sozinha.
Essa troca de experiências e conhecimentos não só eleva a qualidade do trabalho final, mas também é uma fonte constante de aprendizado e inspiração pessoal.
É fascinante ver como diferentes perspectivas podem se unir para criar algo completamente novo e impactante. Construir e nutrir essas relações profissionais é uma parte fundamental do meu dia a dia.
Participo de eventos da indústria, faço networking em feiras e mantenho contato regular com pessoas que admiro. Afinal, a moda é uma conversa, e quanto mais vozes talentosas participam dela, mais rica e interessante ela se torna.
Feedback e Crescimento: Ouvindo para Evoluir
Para mim, o crescimento é um processo contínuo, e o feedback é o meu guia mais valioso. No universo da moda, onde as tendências mudam em um piscar de olhos e a percepção do público é tudo, é crucial estar sempre atento ao que as pessoas pensam e sentem sobre o meu trabalho.
Seja de clientes, colegas, diretores de arte ou mesmo da minha audiência online, cada crítica construtiva é uma oportunidade de aprimoramento. No início da minha carreira, confesso que era um pouco mais resistente ao feedback, levando-o para o lado pessoal.
Mas com o tempo, percebi que ele não é um ataque, e sim um presente. Uma vez, recebi um comentário de um leitor do meu blog dizendo que algumas das minhas dicas de styling eram um pouco genéricas e que ele gostaria de ver exemplos mais adaptados ao corpo real.
Aquilo me fez parar e refletir. Comecei a incorporar mais exemplos de moda para diferentes tipos de corpos e a ser mais específica nas minhas sugestões.
A resposta foi incrível! O engajamento aumentou, e percebi que ao ouvir ativamente e adaptar-me, eu não só melhorava meu conteúdo, mas também fortalecia a conexão com a minha comunidade.
Então, sim, peço feedback ativamente, promovo discussões e procuro entender as necessidades e desejos do meu público. É um ciclo virtuoso: quanto mais eu escuto, mais eu aprendo; quanto mais eu aprendo, melhor eu me torno; e quanto melhor eu me torno, mais relevante e impactante é o meu trabalho.
O Radar do Futuro: Antecipando o Próximo Grande Hit
Pesquisa de Mercado: Decifrando os Sinais
Para ser uma coordenadora de moda relevante e um blogueiro influente, não basta apenas criar looks; é preciso ter um radar sempre ligado para o que está por vir.
A pesquisa de mercado é uma parte fascinante e incessante do meu trabalho. Não se trata apenas de olhar para o que está em alta agora, mas de decifrar os sinais, as microtendências que, juntas, apontam para a próxima grande direção.
Estou sempre a ler relatórios de tendências de grandes agências de previsão, a analisar o comportamento de consumo, a monitorizar o que está a ganhar tração nas redes sociais (especialmente no TikTok e Instagram, claro!).
É como ser um detetive da moda, juntando pistas de diversas fontes. Presto atenção às cores que estão a aparecer nas coleções de arte, aos movimentos culturais emergentes, e até mesmo às inovações tecnológicas que podem influenciar os materiais e a produção de moda.
Por exemplo, a ascensão do consumo consciente e da moda sustentável não é apenas uma tendência; é uma mudança de paradigma que exige que repensemos tudo, desde a escolha dos tecidos até a forma como promovemos as marcas.
Essa pesquisa me permite não apenas estar à frente, mas também orientar meu público com informações valiosas e proativas, ajudando-os a fazer escolhas de estilo inteligentes e alinhadas com o futuro.
É um investimento de tempo, mas absolutamente essencial para manter a minha expertise e relevância.
Visão Estratégica: Onde Estamos e Para Onde Vamos
Ter uma visão estratégica é o que transforma um bom coordenador em um líder de pensamento. Não me limito a seguir as tendências; eu as interpreto e as coloco em um contexto maior.
Onde estamos como indústria? Quais são os valores que a moda deve abraçar? Para onde estamos caminhando em termos de sustentabilidade, inclusão e diversidade?
Essas são as perguntas que guiam minha visão estratégica. Ao analisar os dados da pesquisa de mercado, procuro padrões e correlações que me permitam fazer previsões informadas.
Por exemplo, vejo um movimento crescente em direção a peças atemporais e de alta qualidade, em detrimento do consumo descartável. Isso me leva a focar mais em dicas de investimento em guarda-roupa e em como construir um estilo duradouro no meu blog.
Também noto a importância crescente da autenticidade e da representatividade. Por isso, faço questão de apresentar uma gama diversa de corpos, idades e etnias nos meus conteúdos.
Minha meta não é apenas ditar o que é “fashion”, mas inspirar meu público a pensar criticamente sobre suas escolhas de moda e a usar o estilo como uma ferramenta para expressar quem realmente são.
É uma jornada de aprendizado contínuo, mas a paixão por decifrar o futuro da moda e por guiar as pessoas nesse caminho é o que me impulsiona todos os dias.
글을 마치며
É incrível como a moda, para além de ser uma paixão, se tornou um espelho da minha jornada e um veículo para expressar criatividade e conexão. Cada peça, cada look que coordeno, é um reflexo de inspiração, desafios superados e a constante busca por contar histórias autênticas. Espero que, ao partilhar um pouco dos meus bastidores, vocês se sintam mais motivados a explorar o vosso próprio estilo e a ver a moda como uma arte de viver. Que este olhar para o universo fashion vos inspire a criar, a sonhar e a vestir a vossa essência todos os dias.
알aoudeao 쓸모 있는 정보
1. Observe a Rua, Sinta a Cultura: As tendências mais genuínas e inspiradoras muitas vezes nascem do dia a dia. Passeie pelos bairros históricos de Lisboa, explore os mercados de rua no Porto ou sinta a brisa da Costa da Caparica e veja como as pessoas se vestem. A moda de rua portuguesa é um tesouro de autenticidade, e observá-la é uma forma fantástica de encontrar novas ideias e de entender o que realmente ressoa com o nosso estilo de vida.
2. Invista em Peças Atemporais e de Qualidade: Em vez de comprar muitas peças de “fast fashion”, procure investir em alguns itens de alta qualidade que resistam ao tempo e às tendências. Um bom casaco de lã, umas calças de alfaiataria bem cortadas ou uma camisa de linho clássica podem ser usados por anos e combinam com quase tudo, valorizando o seu guarda-roupa e o planeta.
3. Não Tenha Medo de Quebrar as Regras: A moda é sobre expressão pessoal. Se uma combinação de cores ou um estilo quebra as “regras” mas te faz sentir incrível, vá em frente! Misture estampas, combine texturas inesperadas e use acessórios que contem a sua história. A sua confiança é o melhor acessório, e a autenticidade é a verdadeira tendência.
4. Explore o Universo dos Brechós e Vintage: Portugal tem uma riqueza enorme de lojas vintage e brechós que oferecem peças únicas com histórias para contar. Garimpar nesses locais não só é uma forma sustentável de consumir moda, como também permite encontrar joias raras que ninguém mais terá. É uma maneira divertida e criativa de adicionar personalidade e exclusividade ao seu estilo.
5. A Moda é um Diálogo, Participe!: Não se isole. Participe de eventos de moda locais, siga outros influenciadores portugueses, troque ideias e dê a sua opinião. A comunidade da moda prospera com a troca de experiências e conhecimentos. Quanto mais você interagir, mais aprenderá e mais oportunidades terá de crescer e de se conectar com pessoas que partilham da mesma paixão.
중요 사항 정리
No fim das contas, a moda é uma jornada de autodescoberta e expressão. Minha experiência me ensinou que a paixão, a flexibilidade diante dos imprevistos e a vontade constante de aprender são os pilares para construir uma carreira e um estilo verdadeiramente autênticos. Lembrem-se que o feedback é um presente e que as colaborações enriquecem o nosso caminho. Mantenham o radar ligado para o futuro e deixem a vossa criatividade fluir, sempre com propósito e um toque muito pessoal, pois a moda é, acima de tudo, uma celebração de quem somos.
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Afinal, o que uma coordenadora de moda faz no dia a dia? Parece um universo glamoroso, mas qual é a realidade por trás das cortinas?
R: Ah, que pergunta maravilhosa! É como a ponta do iceberg, sabe? As pessoas veem o resultado final deslumbrante, mas a rotina de uma coordenadora de moda vai muito além do glamour dos desfiles ou das fotos perfeitas.
Na verdade, meu dia a dia é uma mistura vibrante de pesquisa, planejamento e muita, muita organização. Eu me vejo como a maestrina de uma orquestra, onde cada instrumento (ou peça de roupa, tecido, cor) precisa estar em perfeita harmonia.
Começo o dia mergulhando nas tendências, seja folheando as últimas edições de revistas como a Vogue, navegando em portais especializados como a WGSN (sim, a gente usa e muito!), ou acompanhando o que as fashion influencers estão bombando nas redes sociais.
Isso me ajuda a “sentir” o pulso do que está por vir e do que já está nas ruas. Depois, vem a parte estratégica. Penso em como essas tendências podem ser traduzidas para as coleções que estou coordenando, considerando o público-alvo, o orçamento e a identidade da marca.
Meu trabalho também envolve coordenar equipes, o que significa desde alinhar com os designers sobre os novos conceitos, escolher tecidos e aviamentos, até supervisionar a produção das peças-piloto.
Já precisei correr atrás de fornecedores de última hora e até resolver problemas de logística para que uma peça chegasse a tempo para um evento importante!
É um trabalho que exige um olhar apurado para os detalhes e uma capacidade incrível de se adaptar, porque, acredite, o mundo da moda não para! O objetivo é sempre criar algo que não só siga as tendências, mas que conte uma história e, claro, encante quem vai vestir.
E, falando em encantar, uma boa parte do meu foco é garantir que tudo seja tão coeso e atraente que as pessoas não só admirem, mas queiram essa peça no guarda-roupa, o que impacta diretamente o tempo de permanência no meu blog e, consequentemente, as oportunidades de receita com anúncios!
P: O mundo da moda muda numa velocidade impressionante. Como você se mantém atualizada com tantas tendências e novidades?
R: Essa é uma excelente questão, porque a moda é realmente um campo dinâmico, onde o que é relevante hoje pode não ser amanhã. Para mim, manter-me atualizada é como respirar: é essencial e contínuo.
Minha estratégia se baseia em algumas frentes. Primeiro, a pesquisa constante. Não me limito apenas a revistas de moda; eu mergulho em relatórios de tendências, como os da WGSN, que são super detalhados e nos dão uma visão macro do que está acontecendo no comportamento de consumo e no mercado global.
Além disso, participar de eventos e feiras de moda, tanto nacionais quanto internacionais, é fundamental. Nesses locais, você não só vê as novas coleções de perto, mas também faz networking e troca ideias com outros profissionais da área, o que é ouro!
Recentemente, por exemplo, participei de um evento em São Paulo onde tive a chance de ver em primeira mão as apostas de cores e texturas para a próxima estação.
Foi inspirador! Outro ponto que considero crucial é a observação do dia a dia. As ruas são uma passarela gigantesca e muitas vezes as tendências nascem ali, no estilo das pessoas.
Fico de olho nas redes sociais, em influenciadores digitais e até em produções de cinema e televisão. E, claro, a educação nunca para! Sempre procuro cursos, workshops e até mesmo consumir conteúdo de moda online para aprimorar minhas habilidades e conhecimentos.
É um investimento de tempo, sim, mas que vale cada minuto para garantir que estou sempre um passo à frente e oferecendo o melhor para o meu público e para as marcas com as quais trabalho.
Essa busca incessante por conhecimento também é o que me permite criar conteúdos ricos e relevantes para vocês, mantendo a relevância do blog e atraindo cada vez mais visitas e engajamento.
P: Quais são os maiores desafios e as maiores recompensas de ser uma coordenadora de moda?
R: Olha, a vida de uma coordenadora de moda é cheia de altos e baixos, como qualquer carreira que a gente ama de verdade. Os desafios são muitos e reais, posso te garantir.
Um dos maiores é a competição acirrada e a velocidade das mudanças na indústria. É preciso estar sempre provando seu valor, se reinventando e adaptando-se rapidamente, o que pode ser exaustivo.
Outro ponto é a pressão para sempre inovar e ser criativa, transformando ideias abstratas em peças concretas que as pessoas desejem. Já tive noites em claro pensando em como conciliar uma tendência super ousada com a viabilidade de produção e o gosto do cliente!
E claro, lidar com orçamentos apertados e prazos curtos é uma constante. Não é só sobre ter bom gosto, mas sobre ser uma boa gestora e estrategista também.
Mas, falando das recompensas… Ah, essas compensam cada desafio! A maior delas, para mim, é ver uma ideia se transformar em realidade e, principalmente, ver as pessoas amando e usando aquilo que ajudei a criar.
É uma sensação indescritível! Quando vejo alguém na rua com uma peça de uma coleção que coordenei ou recebo um feedback positivo de uma marca, meu coração se enche de alegria.
É a validação de todo o esforço e paixão que coloco no meu trabalho. A moda me permite expressar a criatividade, contar histórias e conectar pessoas, e isso é um privilégio.
Além disso, a cada novo projeto, aprendo algo diferente e evoluo como profissional. Essa constante aprendizagem e a capacidade de impactar a forma como as pessoas se veem e se sentem através da moda são as maiores recompensas que poderia pedir.
E poder compartilhar essa paixão e experiência com vocês aqui no blog, vendo o nosso cantinho crescer e ajudar tantas pessoas, é um bônus que me motiva demais a continuar!






